Poemas
Poemas completos, nunca em fragmento, e só de domínio público. Sempre que a edição é conhecida, cada um diz de que edição saiu e em que página, e mostra o texto tal como foi impresso a quem o quiser conferir; quando não é, dizemos isso mesmo. A grafia está atualizada com mão leve: moderniza-se a ortografia, respeita-se o que é do verso e do autor, e o original fica sempre à vista.
Alexandre Herculano
8 poemas
Almeida Garrett
47 poemas, de Folhas Caídas
- A Coroa
- A Délia
- A Jovem americana
- A Rosa — Um suspiro
- A um amigo
- Adeus, mãe!
- Adeus!
- Ai, Helena!
- Anjo és
- Aquela noite!
- As duas rosas
- As pêgas de Cintra
- Ave, Maria
- Barca Bela
- Bela d'amor
- Beleza
- Cascais
- Coquette dos prados
- Destino
- Este inferno de amar
- Estes sítios!
- Flor de ventura
- Gozo e dor
- Ignoto Deo
- Lucinda
- Miragaia
- Não és tu
- Não te amo
- No lumiar
- O Álbum
- O anjo caído
- Os cinco sentidos
- Os exilados
- Perfume da rosa
- Preito
- Quando eu sonhava
- Retrato
- Rosa e lírio
- Rosa pálida
- Rosa sem espinhos
- Saudades
- Seus olhos
- Sina
- Solidão
- The rose — A sight
- Víbora
- Voz e aroma
Antero de Quental
51 poemas
- A fada negra
- À História
- A Santos Valente
- A Sulamita
- A um crucifixo
- A um poeta
- Acordando
- Ad amicos
- Amaritudo
- Amor vivo
- Anima mea
- Aspiração
- Com os Mortos
- Comunhão
- Consulta
- Contemplação
- Das Unnennbare
- Desesperança
- Despondency
- Disputa em família
- Divina Comédia
- Elogio da Morte
- Enquanto outros combatem
- Espiritualismo
- Estoicismo
- Evolução
- Flores
- Hino à Razão
- Homo
- Idílio
- Ignotus
- Intimidade
- Justitia mater
- Lacrimae Rerum
- Logos
- Mors - Amor
- Mors liberatrix
- Na mão de Deus
- Não me fales de glória: é outro o altar
- Nirvana
- No circo
- Noturno
- Nox
- O Convertido
- O Inconsciente
- O Palácio da Ventura
- O que diz a morte
- Oceano Nox
- Palavras d'um certo morto
- Primeiros conselhos do outono
- Quia æternus
Antónia Pusich
1 poema, de Homenagem a Luiz de Camões
Bernardim Ribeiro
4 poemas
Camilo Pessanha
30 poemas
- Ao longe os barcos de flores
- Ao meu coração um peso de ferro
- Chorae arcadas
- Crepuscular
- Depois da luta e depois da conquista
- Depois das bodas de oiro
- Desce em folhedos tenros a colina
- E eis quanto resta do idílio acabado
- Em um retrato
- Estatua
- Esvelta surge! Vem das aguas, nua
- Final
- Floriram por engano as rosas bravas
- Foi um dia de inuteis agonias
- Fonógrafo
- Imagens que passais pela retina
- Inscrição
- Na cadeia os bandidos presos!
- Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar
- O meu coração desce
- Ó meu coração torna para traz
- Passou o outono já, já torna o frio
- Quando se erguerão as seteiras
- Quando voltei encontrei os meus passos
- Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho
- Rufando apressado
- Se andava no jardim
- Singra o navio. Sob a agua clara
- Tatuagens complicadas do meu peito
- Voz debil que passas
Cesário Verde
6 poemas
Charles Baudelaire
2 poemas, de As Flores do Mal
Filinto Elísio
1 poema
Florbela Espanca
31 poemas, de Livro de Mágoas
- A Flor do Sonho
- A Minha Tragédia
- A Um Livro
- Alma Perdida
- Amiga
- Angústia
- Ao Vento
- As Minhas Ilusões
- Castelã da Tristeza
- Charneca em Flor
- De Joelhos
- Desejos Vãos
- Dizeres Íntimos
- Em Busca do Amor
- Este Livro...
- Eu
- Eu q'ria ser o Mar ingente e forte...
- Impossível
- Lágrimas Ocultas
- Languidez
- Mais Triste
- Neurastenia
- Noite de Saudade
- Para Quê?!
- Pior Velhice
- Sem Remédio
- Tédio
- Torre de Névoa
- Tortura
- Vaidade
- Velhinha
Gil Vicente
1 poema
Guerra Junqueiro
5 poemas, de Os Simples
João de Deus
1 poema
Luís Vaz de Camões
83 poemas
- A chaga que, Senhora, me fizestes
- A D. Simão da Silveira
- A formosura desta fresca serra
- A Instabilidade da Fortuna
- A Morte, que da vida o nó desata
- A peregrinação d'um pensamento
- A perfeição, a graça, o doce geito
- A quem darei queixumes namorados
- A ti, Senhor, a quem as sacras Musas
- A violeta mais bela que amanhece
- Acho-me da fortuna salteado
- Agora toma a espada, agora a pena
- Ah Fortuna cruel! ah duros Fados!
- Ah minha Dinamene! assi deixaste
- Ai amiga cruel! que apartamento
- Alegres campos, verdes arvoredos
- Alegres campos, verdes, deleitosos
- Alma gentil, que à firme eternidade
- Alma minha gentil, que te partiste
- Amor é um fogo que arde sem se ver
- Amor, com a esperança ja perdida
- Amor, que em sonhos vãos do pensamento
- Amor, que o gesto humano na alma escreve
- Apartava-se Nise de Montano
- Apolo e as nove Musas, descantando
- Aquela fera humana que enriquece
- Aquela que, de pura castidade
- Aquela triste e leda madrugada
- Aqueles claros olhos que chorando
- Aqui de longos damnos breve história
- Ar, que de meus suspiros vejo cheio
- Bem sei, Amor, que é certo o que receio
- Brandas águas do Tejo que, passando
- Busque Amor novas artes, novo engenho
- Cá nesta Babylonia donde mana
- Campo! nas syrtes deste mar da vida
- Campos bem-aventurados
- Cantando estava um dia bem seguro
- Chara minha inimiga, em cuja mão
- Chorai, Ninfas, os fados poderosos
- Coitado! que em um tempo choro e rio
- Com força desusada
- Com grandes esperanças ja cantei
- Com que voz chorarei meu triste fado
- Com voz desordenada, sem sentido
- Como fizeste, ó Porcia, tal ferida?
- Como podes (oh cego pecador!)
- Como quando do mar tempestuoso
- Contente vivi já, vendo-me isento
- Conversação doméstica afeiçoa
- Correm turbas as águas deste rio
- Crescei, desejo meu, pois que a Ventura
- Criou a natureza Damas belas
- Dai-me ũa lei, Senhora, de querer-vos
- De amor escrevo, de amor trato e vivo
- De Babel sobre os rios nos sentámos
- De cá, donde somente o imaginar-vos
- De frescas belvederes rodeadas
- De mil suspeitas vãas se me levantão
- De quantas graças tinha a natureza
- De tão divino acento em voz humana
- De vós me parto, ó vida, e em tal mudança
- Debaixo desta pedra está metido
- Debaixo desta pedra sepultada
- Deixando o doce fato e a cabana
- Descalça vai para a fonte
- Descalço e sem chapéu Apolo louro
- Desce do céu imenso Deos benino
- Despois de haver chorado os meus tormentos
- Despois de tantos dias mal gastados
- Despois que Magalhães teve tecida
- Despois que quis Amor que eu só passasse
- Despois que vio Cibele o corpo humano
- Diana prateada, esclarecia
- Ditosa pena, como a mão que a guia
- Ditosas almas, que ambas juntamente
- Ditoso seja aquele que somente
- Diversos dões reparte o Céu benino
- Divina companhia, que nos prados
- Dizei, Senhora, da Beleza ideia
- Doce contentamento já passado
- Doce sonho, suave e soberano
- Doces e claras águas do Mondego
Manuel Maria Barbosa du Bocage
57 poemas, de Poesias Eróticas, Burlescas e Satíricas
- A empresa noturna
- A Manteigui
- À morte de Leandro e Hero
- A temerosa Olinda é quem me escreve
- Alzira, sou feliz!
- Amar dentro do peito uma donzela
- Apre! Não metas todo... Eu mais não posso...
- Aquele semi-clerigo patife
- Arreitada donzela em fofo leito
- Arte de Amar
- Bojudo fradalhão de larga venta
- Cagando estava a dama mais formosa
- Cante a guerra quem for arrenegado
- Chorosos versos meus desentoados
- Com que mágoa o não digo! Eu nem te vejo
- Com que satisfação, com que alegria
- Conheço de teus males a vehemencia
- Convite a Marília
- De cerúleo gabão não bem coberto
- Dizem que o rei cruel do Averno imundo
- Dizendo que a costura não dá nada
- Dormia a sono solto a minha amada
- Elegia à morte de uma alcoviteira
- Epistola a Marilia
- Epitáfio
- Eram oito do dia; eis a criada
- Eram seis da manhã; eu acordava
- Esquentado frisão, brutal masmorro
- Esse disforme, e rigido porraz
- Eu foder putas?... Nunca mais, caralho!
- Fiado no fervor da mocidade
- Fragmento de Algeu
- Improviso
- Incultas produções da mocidade
- Lá quando em mim perder a humanidade
- Levanta Alzira os olhos pudibunda
- Magro, de olhos azuis, carão moreno
- Mas se o pai acordar!... (Márcia dizia)
- N′esta, cuja memória esquece à Fama
- N′um capote embrulhado, ao pé de Armia
- Na cena em quadra tragico-invernosa
- Não chores, cara esposa, que o Destino
- Não lamentes, oh Nise, o teu estado
- Não te crimino a ti, plebe insensata
- Não tendo que fazer Apolo um dia
- No canto de um venal salão de dança
- Nojenta prole da rainha Ginga
- O Ciúme
- Ora deixe-me, então... faz-se criança?
- Pela escadinha de um courão subindo
- Pela rua da Rosa eu caminhava
- Pilha aqui, pilha ali, vocêa autores
- Piolhos cria o cabelo mais dourado
- Porri-potente herói, que uma cadeira
- Quando do gran Martinho a fatal Parca
- Quando no estado natural vivia
- Quanto gratas me são as tuas letras
Mário de Sá-Carneiro
7 poemas
Fernando Pessoa
44 poemas, de Mensagem
- A Última Nau
- Affonso de Albuquerque
- Antemanhã
- António Vieira
- As Ilhas Afortunadas
- Ascensão de Vasco da Gama
- Calma
- D. Afonso Henriques
- D. Dinis
- D. Duarte Rei de Portugal
- D. Fernando Infante de Portugal
- D. Filipa de Lencastre
- D. João Infante de Portugal
- D. João O Primeiro
- D. João o Segundo
- D. Pedro Regente de Portugal
- D. Sebastião
- D. Sebastião Rei de Portugal
- D. Tareja
- Epitáfio de Bartolomeu Dias
- Fernão de Magalhães
- Horizonte
- Mar Português
- Nevoeiro
- Noite
- Nun'Álvares Pereira
- O Bandarra
- O Conde D. Henrique
- O das quinas
- O Desejado
- O dos Castelos
- O Encoberto
- O Infante
- O Infante D. Henrique
- O Mostrengo
- O Quinto Império
- Ocidente
- Os Colombos
- Padrão
- Prece
- Screvo meu livro à beira-mágoa...
- Tormenta
- Ulisses
- Viriato
Sá de Miranda
7 poemas, de Cancioneiro Geral
Augusto dos Anjos
15 poemas, de Outras Poesias
Olavo Bilac
183 poemas, de Poesias Infantis
- A Avó
- A Boneca
- A Borboleta
- A Canção de Romeu
- A Casa
- A Cilada
- A Coragem
- A Esfinge
- A Gonçalves Dias
- A Iara
- A Infância
- A Madrugada
- A Mocidade
- A Montanha
- A Morte de Orfeu
- A Morte de Tapir
- A Pátria
- A Pítia
- A Rainha de Sabá
- A Ronda Noturna
- A Sesta de Nero
- A Tentação de Xenócrates
- A um Grande Homem
- A um Triste
- A Velhice
- A Velhice de Aspásia
- Abisag
- Abstração
- Anchieta
- Ano Bom
- Antígona
- Aos Meus Amigos de São Paulo
- As Amazonas
- As Árvores
- As Estações
- As Estrelas
- As Flores
- As Formigas
- As Nuvens
- As Ondas
- Assombração
- Avatara
- Ave Maria
- Beethoven Surdo
- Beijo Eterno
- Benedicite!
- Canção
- Cantilena
- Caos
- Ciclo
- Cleópatra
- Consolação
- Crepúsculo na Mata
- Criação
- Dante no Paraíso
- De Volta do Baile
- Defesa
- Delenda Carthago!
- Deus
- Diálogo
- Diamante Negro
- Domingo
- Dualismo
- Estuário
- Eutanásia
- Feito no Escuro...
- Fogo-Fátuo
- Frutidoro
- Gioconda
- Guerreira
- Hércules
- Hino à Bandeira Nacional
- Hino à Tarde
- Horto
- Imunidade
- Inocência
- Introibo!
- Jesus
- Jocasta
- Justiça
- Lendo a Ilíada
- Língua Portuguesa
- Machado de Assis
- Madalena
- Marcha Fúnebre
- Marinha
- Maternidade
- Medalha Antiga
- Medicina
- Meia noite
- Meio-dia
- Messalina
- Messídoro
- Microcosmo
- Miguel Ângelo Velho
- Milagre
- Milton Cego
- Modéstia
- Música Brasileira
- Na Tebaida
- Natal
- Natal (2)
- Nel Mezzo Del Camin...
- New York
- No Cárcere
- No Limiar da Morte
- No Tronco de Goa
- Numa Concha
- O Avô
- O Boi
- O Caçador de Esmeraldas
- O Cometa
- O Credo
- O Crepúsculo da Beleza
- O Crepúsculo dos Deuses
- O feiticismo dos poetas brasileiros
- O Incêndio de Roma
- O Julgamento de Frineia
- O Luar
- O Oitavo Pecado
- O Paraíso
- O Pássaro Cativo
- O Remédio
- O Sol
- O Sonho de Marco Antônio
- O Tear
- O Tempo
- O Trabalho
- O Universo
- O Vale
- Olavo Bilac
- Olhando a Corrente
- Oração a Cibele
- Os Amores da Abelha
- Os Amores da Aranha
- Os Curinqueãs
- Os Goiasis
- Os Matuius
- Os Meses
- Os Monstros
- Os Pobres
- Os Reis Magos
- Os Rios
- Os Sinos
- Palavras
- Palmeira Imperial
- Pantum
- Para a Rainha Dona Amélia de Portugal
- Pátria
- Penetralia
- Perfeição
- Pesadelo
- Plutão
- Pomba e Chacal
- Prece
- Primeira migração
- Prometeu
- Quarenta Anos
- Remorso
- Respostas na Sombra
- Ressurreição
- Rio Abaixo
- Rios e Pântanos
- Ruth
- Sahara Vitae
- Salutaris Porta
- Samaritana
- Satânia
- Semper Impendent...
- Sinfonia
- Sobre as Bodas de um Sexagenário
- Solitudo
- Sonata ao Crepúsculo
- Sonho
- Sperate, Creperi!
- Súplica
- Tenho Frio e ardo em Febre!
- Último Carnaval
- Um Beijo
- Um Trecho de Th. Gautier
- Vestígios
- Vila Rica
- Vulnerant Omnes, Ultima Necat
Gonçalves Dias
87 poemas, de Poesia dispersa
- A Baunilha
- A Concha e a Virgem
- A escrava
- A História
- A Infância
- A Leviana
- A Mãe d'Água
- A Mangueira
- A Mendiga
- A Minha Musa
- A Minha Rosa
- À Morte Prematura
- A Noite
- A Pastora
- A Tarde
- A Tempestade
- A um Menino
- A Vila Maldita, Cidade de Deus
- Adeus
- Amanhã
- Amor! delírio - engano
- Ao Dr. João Duarte Lisboa Serra
- As artes são irmãs
- As duas coroas
- Canção do Exílio
- Canção do Tamoio
- Caxias
- Como eu te amo
- Como! és tu?
- Cumprimento de um voto
- Delírio
- Desejo
- Epicédio
- Harpejos
- Ideia de Deus
- Inocência
- Introdução
- Leito de Folhas Verdes
- Lira Quebrada
- Marabá
- Menina e Moça
- Meu anjo, escuta
- Minha terra!
- Minha vida e meus amores
- Miserrimus
- Nênia
- No jardim!
- O Canto do Guerreiro
- O Canto do Índio
- O Canto do Piaga
- O Cometa
- O Desengano
- O Desterro de um Pobre Velho
- O Gigante de Pedra
- O Mar
- O Oiro
- O Orgulhoso
- O Pirata
- O que mais dói na vida
- O Romper d'Alva
- O Soldado Espanhol
- O Trovador
- O Vate
- Oh! Que acordar!
- Olhos Verdes
- Os Timbiras, Canto I
- Os Timbiras, Canto II
- Os Timbiras, Canto III
- Os Timbiras, Canto IV
- Pedido
- Pensas tu, bela Anarda, que os poetas
- Quadras da Minha Vida
- Que me Pedes
- Recordação
- Retratação
- Se muito sofri já, não me perguntes
- Se te amo, não sei!
- Seus Olhos
- Sobre o túmulo de um menino
- Sofrimento
- Te deum
- Triste do Trovador
- Tristeza
- Urge o Tempo
- Visões
- Voltas e mortes glosados
- Y-Juca-Pyrama