Poemas
Poemas completos, nunca em fragmento, e só de domínio público. Cada um diz de que edição saiu e em que página, e mostra o texto tal como foi impresso a quem o quiser conferir. A grafia está atualizada, porque um poema que ninguém consegue ler não serve de nada.
Alexandre Herculano
8 poemas
Almeida Garrett
1 poema
Antero de Quental
51 poemas
- A Esperança Vol. I/Flores
- A fada negra
- A Santos Valente
- A Sulamita
- A um poeta (Antero de Quental)
- Acordando
- Ad amicos
- Amaritudo
- Amor vivo
- Aspiração (Antero de Quental)
- Com os Mortos
- Comunhão
- Contemplação (Antero de Quental)
- Desesperança (Antero de Quental)
- Evolução (Antero de Quental)
- Hino à Razão
- Idílio (Antero de Quental)
- Lacrimae Rerum
- Na mão de Deus
- Não me fales de glória: é outro o altar
- Noturno (Antero de Quental)
- Nox
- O Palácio da Ventura
- O que diz a morte
- Oceano Nox
- Odes modernas (1875)/Livro Primeiro/Á História
- Odes modernas (1875)/Livro Segundo/A um crucifixo
- Odes modernas (1875)/Livro Segundo/Justitia mater
- Odes modernas (1875)/Livro Segundo/Palavras d'um certo morto
- Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Das Unnennbare
- Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Despondency
- Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Emquanto outros combatem
- Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Intimidade
- Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Primeiros conselhos do outomno
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Anima mea
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Consulta
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Disputa em familia
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Divina Comedia
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Elogio da Morte
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Espiritualismo
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Estoicismo
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Homo
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Ignotus
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Logos
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Mors - Amor
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Mors liberatrix
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Nirvana
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/No circo
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/O Convertido
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/O Inconsciente
- Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Quia æternus
Antónia Pusich
1 poema
Bernardim Ribeiro
4 poemas
Camilo Pessanha
30 poemas
- Ao longe os barcos de flores
- Ao meu coração um peso de ferro
- Chorae arcadas
- Crepuscular
- Depois da lucta e depois da conquista
- Depois das bodas de oiro
- Desce em folhedos tenros a colina
- E eis quanto resta do idílio acabado
- Em um retrato
- Estatua
- Esvelta surge! Vem das aguas, nua
- Final
- Floriram por engano as rosas bravas
- Foi um dia de inuteis agonias
- Imagens que passais pela retina
- Incripção
- Na cadeia os bandidos presos!
- Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar
- O meu coração desce
- Ó meu coração torna para traz
- Passou o outono já, já torna o frio
- Phonographo
- Quando se erguerão as seteiras
- Quando voltei encontrei os meus passos
- Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho
- Rufando apressado
- Se andava no jardim
- Singra o navio. Sob a agua clara
- Tatuagens complicadas do meu peito
- Voz debil que passas
Cesário Verde
6 poemas
Delfim Guimarães
2 poemas
Filinto Elísio
1 poema
Florbela Espanca
33 poemas
- A Flor do Sonho
- A Minha Tragédia
- A Um Livro
- Alma Perdida
- Amiga
- Angústia
- Ao Vento
- As Minhas Ilusões
- Castelã (Florbela Espanca)
- Castelã da Tristeza
- Charneca em Flor
- De Joelhos (Florbela Espanca)
- Desejos Vãos
- Dizeres Íntimos
- Em Busca do Amor
- Este Livro...
- Eu (Livro das Mágoas)
- Eu q'ria ser o Mar ingente e forte...
- Impossível (Florbela Espanca)
- Lágrimas Ocultas
- Languidez
- Livro de Sóror Saudade
- Mais Triste
- Neurastenia
- Noite de Saudade
- Para Quê?!
- Pior Velhice
- Sem Remédio
- Tédio (Florbela Espanca)
- Torre de Névoa
- Tortura
- Vaidade
- Velhinha
Gil Vicente
1 poema
Guerra Junqueiro
5 poemas
João de Deus
2 poemas
Luís Vaz de Camões
85 poemas
- A chaga que, Senhora, me fizestes
- A D. Simão da Silveira
- A formosura desta fresca serra
- A Instabilidade da Fortuna
- A Morte, que da vida o nó desata
- A peregrinação d'um pensamento
- A perfeição, a graça, o doce geito
- A quem darei queixumes namorados
- A ti, Senhor, a quem as sacras Musas
- A violeta mais bela que amanhece
- Acho-me da fortuna salteado
- Agora toma a espada, agora a pena
- Ah Fortuna cruel! ah duros Fados!
- Ah minha Dinamene! assi deixaste
- Ai amiga cruel! que apartamento
- Alegres campos, verdes arvoredos
- Alegres campos, verdes, deleitosos
- Alma gentil, que á firme eternidade
- Alma minha gentil, que te partiste
- Amor he um fogo qu’arde ſem ſe ver
- Amor he um fogo que arde sem se ver
- Amor, com a esperança ja perdida
- Amor, que em sonhos vãos do pensamento
- Amor, que o gesto humano na alma escreve
- Apartava-se Nise de Montano
- Apolo e as nove Musas, descantando
- Aquela fera humana que enriquece
- Aquela que, de pura castidade
- Aquela triste e leda madrugada
- Aqueles claros olhos que chorando
- Aqui de longos damnos breve história
- Ar, que de meus suspiros vejo cheio
- Bem sei, Amor, que he certo o que receio
- Brandas águas do Tejo que, passando
- Busque Amor novas artes, novo engenho
- Cá nesta Babylonia donde mana
- Campo! nas syrtes deste mar da vida
- Campos bem-aventurados
- Cantando estava um dia bem seguro
- Chara minha inimiga, em cuja mão
- Chorai, Ninfas, os fados poderosos
- Coitado! que em um tempo choro e rio
- Com força desusada
- Com grandes esperanças ja cantei
- Com que voz chorarei meu triste fado
- Com voz desordenada, sem sentido
- Como fizeste, ó Porcia, tal ferida?
- Como podes (oh cego pecador!)
- Como quando do mar tempestuoso
- Contente vivi já, vendo-me isento
- Conversação doméstica affeiçoa
- Correm turbas as águas deste rio
- Crescei, desejo meu, pois que a Ventura
- Criou a natureza Damas belas
- Dai-me hũa lei, Senhora, de querer-vos
- De amor escrevo, de amor trato e vivo
- De Babel sôbre os rios nos sentámos
- De cá, donde somente o imaginar-vos
- De frescas belvederes rodeadas
- De mil suspeitas vãas se me levantão
- De quantas graças tinha a natureza
- De tão divino accento em voz humana
- De vós me parto, ó vida, e em tal mudança
- Debaixo desta pedra está metido
- Debaixo desta pedra sepultada
- Deixando o doce fato e a cabana
- Descalça vai para a fonte
- Descalço e sem chapéu Apolo louro
- Desce do ceo imenso Deos benino
- Despois de haver chorado os meus tormentos
- Despois de tantos dias mal gastados
- Despois que Magalhães teve tecida
- Despois que quis Amor que eu só passasse
- Despois que vio Cibele o corpo humano
- Diana prateada, esclarecia
- Ditosa pena, como a mão que a guia
- Ditosas almas, que ambas juntamente
- Ditoso seja aquele que somente
- Diversos dões reparte o Ceo benino
- Divina companhia, que nos prados
- Dizei, Senhora, da Beleza ideia
- Doce contentamento já passado
- Doce sonho, suave e soberano
- Doces e claras águas do Mondego
- História da Província Santa Cruz/Depois que Magalhães teve tecida
Manuel Maria Barbosa du Bocage
57 poemas
- A empreza nocturna
- A Manteigui
- À morte de Leandro e Hero
- A temerosa Olinda é quem me escreve
- Alzira, sou feliz!
- Amar dentro do peito uma donzela
- Apre! Não mettas todo... Eu mais não posso...
- Aquele semi-clerigo patife
- Arreitada donzela em fofo leito
- Arte de Amar
- Bojudo fradalhão de larga venta
- Cagando estava a dama mais formosa
- Cante a guerra quem fôr arrenegado
- Chorosos versos meus desentoados
- Com que mágoa o não digo! Eu nem te vejo
- Com que satisfação, com que alegria
- Conheço de teus males a vehemencia
- Convite a Marília
- De cerúleo gabão não bem coberto
- Dizem que o rei cruel do Averno imundo
- Dizendo que a costura não dá nada
- Dormia a sono solto a minha amada
- Elegia á morte de uma alcoviteira
- Epistola a Marilia
- Epitáfio (Bocage)
- Eram oito do dia; eis a creada
- Eram seis da manhã; eu acordava
- Esquentado frisão, brutal masmorro
- Esse disforme, e rigido porraz
- Eu foder putas?... Nunca mais, caralho!
- Fiado no fervor da mocidade
- Fragmento de Algeu
- Improviso (Bocage)
- Incultas produções da mocidade
- Lá quando em mim perder a humanidade
- Levanta Alzira os olhos pudibunda
- Magro, de olhos azuis, carão moreno
- Mas se o pae acordar!... (Marcia dizia
- N′esta, cuja memória esquece á Fama
- N′um capote embrulhado, ao pé de Armia
- Na scena em quadra tragico-invernosa
- Não chores, cara esposa, que o Destino
- Não lamentes, oh Nise, o teu estado
- Não te crimino a ti, plebe insensata
- Não tendo que fazer Apolo um dia
- No canto de um venal salão de dança
- Nojenta prole da rainha Ginga
- O Ciúme (Bocage)
- Ora deixe-me, então... faz-se creança?
- Pela escadinha de um courão subindo
- Pela rua da Rosa eu caminhava
- Pilha aqui, pilha ali, vocêa auctores
- Piolhos cria o cabello mais dourado
- Porri-potente heroe, que uma cadeira
- Quando do gran Martinho a fatal Parca
- Quando no estado natural vivia
- Quanto gratas me são as tuas letras
Mário de Sá-Carneiro
7 poemas
Fernando Pessoa
44 poemas, de Mensagem
- A Última Nau
- Affonso de Albuquerque
- Antemanhã
- António Vieira (Mensagem)
- As Ilhas Afortunadas
- Ascensão de Vasco da Gama
- Calma
- D. Afonso Henriques
- D. Dinis
- D. Duarte Rei de Portugal
- D. Fernando Infante de Portugal
- D. Filipa de Lencastre
- D. João Infante de Portugal
- D. João O Primeiro
- D. João o Segundo
- D. Pedro Regente de Portugal
- D. Sebastião
- D. Sebastião Rei de Portugal
- D. Tareja
- Epitáfio de Bartolomeu Dias
- Fernão de Magalhães
- Horizonte
- Mar Português
- Nevoeiro
- Noite
- Nun'Álvares Pereira
- O Bandarra
- O Conde D. Henrique
- O das quinas
- O Desejado (Fernando Pessoa)
- O dos Castelos
- O Encoberto
- O Infante
- O Infante D. Henrique
- O Mostrengo
- O Quinto Império
- Ocidente
- Os Colombos
- Padrão
- Prece (Fernando Pessoa)
- Screvo meu livro à beira-mágoa...
- Tormenta
- Ulisses
- Viriato
Sá de Miranda
9 poemas