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Poema

Eu foder putas?... Nunca mais, caralho!

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Soneto do Juramento

Eu foder putas?... Nunca mais, caralho! Hás de jurar-mo aqui, sobre estas Horas: E vamos, vamos já!... Porém tu choras? "Não senhor (me diz ele) eu não, não ralho": Batendo sobre as Horas como um malho, "Juro (diz ele) só foder senhoras, Das que abrem por amor as tentadoras Pernas àquilo, que arde mais que o alho". Co'a força do jurar esfolheando O sacro livro foi, e a ardente sede O fez em mar de ranho ir soluçando... Ah! que fizeste? O céu teus passos mede! Anda, herético filho miserando, Levanta o dedo a Deus, perdão lhe pede!
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Frases tiradas deste poema

Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, que é o que quase nenhum site dá.

Ah! que fizeste? O céu teus passos mede! Anda, herético filho miserando, Levanta o dedo a Deus, perdão lhe pede!

Eu foder putas?... Nunca mais, caralho!, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada

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