O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia.
O mais conhecido de todos, treina o erre forte e diz-se três vezes seguidas.
As palavras para cada ocasião.
Ditos para dizer depressa e em voz alta, até a língua se enganar. Começa devagar, que a pressa é o que os faz cair.
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O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia.
O mais conhecido de todos, treina o erre forte e diz-se três vezes seguidas.
Três pratos de trigo para três tigres tristes.
Repete-se cada vez mais depressa até alguém trocar o trigo pelo tigre.
Num ninho de mafagafos há sete mafagafinhos. Quem os desmafagafizar bom desmafagafizador será.
Da família dos trava-línguas de desatar palavras compridas.
Se cá nevasse fazia-se cá neve, mas como cá não neva, cá não se faz cá neve.
Convém começar devagar, porque o cá e o ne trocam de lugar sozinhos.
O pinto pia e a pia pinga. Pinga a pia e pia o pinto.
Bom para começar com os mais pequenos, é curto e tem ritmo.
A aranha arranha a rã e a rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã, nem a rã arranha a aranha.
Treina o erre do meio da palavra sem o transformar em erre forte.
O peito do pé do Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé do Pedro é preto tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé do Pedro.
Quem se engana fica logo com a fama de ter o pé mais preto do que o Pedro.
Se o Papa papasse papa, se o Papa papasse pão, se o Papa tudo papasse, seria um Papa papão.
Rimado, o que ajuda a decorar mesmo antes de se conseguir dizer depressa.
Quando digo digo, digo digo, não digo Diogo. Quando digo Diogo, digo Diogo, não digo digo.
A dificuldade está toda em não trocar o nome pelo verbo.
Se o arcebispo de Constantinopla se quisesse desarcebispoconstantinopolizar, bom desarcebispoconstantinopolizador seria.
O campeão dos trava-línguas compridos, costuma dizer-se que ninguém acerta à primeira.
Como pouco coco como, pouco coco compro.
Curto e traiçoeiro, o cá repete-se cinco vezes em poucas sílabas.
Pedro Pereira Pinto, pobre pintor português, pinta portas, portões e paredes por poucos preços.
Treina o pê seguido de erre, que é onde a língua costuma tropeçar.
A galinha da vizinha põe mais ovos do que a minha.
Diz-se em cadeia, cada um repete à vez até alguém falhar.
O doce perguntou ao doce qual era o doce mais doce. O doce respondeu ao doce que o doce mais doce era o doce de batata-doce.
Feito do mesmo molde do tempo que perguntou ao tempo.
Um limão, meio limão, dois limões, meio limão, três limões, meio limão, quatro limões, meio limão.
Vai-se somando sem parar, e perde quem trocar a conta ou a língua.
O rato roeu a roupa do rei de Roma.
Irmão da rolha da garrafa, ouve-se quase tanto como ele.
Se seis serras serram seis ciprestes, seiscentas serras serram seiscentos ciprestes.
Treina o esse sibilado no princípio e no meio das palavras.
A cabra da minha vizinha come couves na minha vinha. Se a cabra da minha vizinha não comesse couves na minha vinha, a couve da minha vinha crescia.
Bom para não deixar cair o vê no bê.
Um tigre, dois tigres, três tigres, todos a correr no trigal.
Serve de aquecimento antes de se atacar os três pratos de trigo.
Atrás da porta preta, o padre Pedro prega pregos pretos.
Treina o pê e o erre juntos, tal como o do Pedro Pereira Pinto.
Lá vai a velha à vila vender vinho velho.
Todo o esforço está em manter o vê e não o deixar virar bê.
Sete sacos secos secam ao sol sobre sete sacas.
Treina o esse no princípio das palavras, uma atrás da outra.
Chove e chuvisca, chuvisca e chove, e a chuva chuvisca na chuvisqueira.
Treina o som do chê sem o confundir com o esse.
Cinco cães caçam cinco coelhos cansados.
Curtinho, dá para dizer de uma assentada e repetir cinco vezes.
Trinta e três trapos rotos rasgaram-se todos de rota batida.
Junta o erre forte ao tê e ao erre brando, tudo na mesma frase.
A vaca da vizinha vai pela vinha, vê a vinha e volta da vinha.
Do mesmo lote da cabra e das couves, treina o vê.
O prato de prata do padre Pedro parece prata partida.
A Rita rega as roseiras da rua com uma regadeira rota.
Obriga a trocar de erre forte para erre brando quase a cada palavra.
Num ninho de nêsperas nasceram nove nêsperas novas.
Treina o ene e ainda ensina o nome da fruta.
Bota a bota no bote e tira o pote do bote.
Curto e fácil de aprender de cor, bom para os mais novos.
O Tomás tem tanta tosse que tosse toda a tarde.
Treina o tê, muito usado com crianças pequenas.
Farrapo rasgado, rasga o farrapo, que o farrapo rasgado já foi rasgado.
Só erres fortes do princípio ao fim.
Fui à feira comprar figos, comi figos, fartei-me de figos e nunca mais fui à feira comprar figos.
Treina o efe e conta uma pequena história, o que ajuda a decorar.
O azeite do Zé azedou. Se o azeite do Zé azedou, azedo é o azeite que o Zé azedou.
Treina o zê, que é dos sons mais escorregadios quando se fala depressa.
Três tristes tigres comeram três pratos de trigo.
Treina o t em grupo com r, para dizer três vezes seguidas. Dificuldade: dificil.
O peito do pé do Pedro é preto.
Treina o t e o d em alternância com p e r, para dizer três vezes seguidas. Dificuldade: medio.
O padre Pedro tem um prato de prata.
Treina o d e o t em grupos com r, para dizer depressa. Dificuldade: medio.
O bispo de Constantinopla quer-se desconstantinopolitanizar; quem o desconstantinopolitanizar, bom desconstantinopolitanizador será.
Treina palavras compridas com Constantinopla e costuma dizer-se depressa. Dificuldade: dificil.
Três tristes tigres comiam trigo num trigal.
Treina os sons tr e gr, e costuma dizer-se três vezes seguidas. Dificuldade: medio.
A aranha arranha a rã, a rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã, nem a rã arranha a aranha.
Treina o r e o nh, e diz-se depressa. Dificuldade: dificil.
Padre Pedro prega pregos. Padre Pedro prega pregos na pedra.
Treina pr, dr e gr, e costuma dizer-se três vezes seguidas. Dificuldade: medio.
O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
Treina t e p, e costuma dizer-se depressa. Dificuldade: medio.
O bispo de Constantinopla quer-se desconstantinopolizar. Quem o desconstantinopolizar bom desconstantinopolizador será.
Treina con, t, pl e z, e costuma dizer-se depressa. Dificuldade: dificil.
A aranha arranha a rã, a rã arranha a aranha.
Treina o erre forte em duplo erre e o erre brando entre vogais, para dizer depressa. Dificuldade: dificil.
Nem a aranha arranha a rã, nem a rã arranha a aranha.
Treina o erre forte em duplo erre e o erre brando entre vogais, para dizer depressa. Dificuldade: dificil.
Se cá nevasse, fazia-se cá ski.
Treina o som de esse, e diz-se depressa ou três vezes seguidas. Dificuldade: medio.
O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto tem o peito do pé mais preto que o peito do pé de Pedro.
Treina o p, sobretudo em pe, pé e pre, e diz-se depressa. Dificuldade: dificil.
O céu está enladrilhado. Quem o desenladrilhará? O desenladrilhador que o desenladrilhar bom desenladrilhador será.
Treina os sons de cê antes de e, de esse e de zê, e diz-se depressa. Dificuldade: dificil.
O pinto pia, a pia pinga. Quanto mais o pinto pia, mais a pia pinga.
Treina o p em pinto, pia e pinga, e diz-se depressa. Dificuldade: medio.
O Papa papa papas.
Treina o p em sílabas repetidas, e diz-se três vezes seguidas. Dificuldade: facil.
Pardal pardo, porque palras? Palro sempre e palrarei, porque sou o pardal pardo, palrador de el-rei.
Treina o p e o grupo pr, e diz-se depressa. Dificuldade: dificil.