Poemas de Manuel Maria Barbosa du Bocage
- A empreza nocturna
- A Manteigui
- À morte de Leandro e Hero
- A temerosa Olinda é quem me escreve
- Alzira, sou feliz!
- Amar dentro do peito uma donzela
- Apre! Não mettas todo... Eu mais não posso...
- Aquele semi-clerigo patife
- Arreitada donzela em fofo leito
- Arte de Amar
- Bojudo fradalhão de larga venta
- Cagando estava a dama mais formosa
- Cante a guerra quem fôr arrenegado
- Chorosos versos meus desentoados
- Com que mágoa o não digo! Eu nem te vejo
- Com que satisfação, com que alegria
- Conheço de teus males a vehemencia
- Convite a Marília
- De cerúleo gabão não bem coberto
- Dizem que o rei cruel do Averno imundo
- Dizendo que a costura não dá nada
- Dormia a sono solto a minha amada
- Elegia á morte de uma alcoviteira
- Epistola a Marilia
- Epitáfio (Bocage)
- Eram oito do dia; eis a creada
- Eram seis da manhã; eu acordava
- Esquentado frisão, brutal masmorro
- Esse disforme, e rigido porraz
- Eu foder putas?... Nunca mais, caralho!
- Fiado no fervor da mocidade
- Fragmento de Algeu
- Improviso (Bocage)
- Incultas produções da mocidade
- Lá quando em mim perder a humanidade
- Levanta Alzira os olhos pudibunda
- Magro, de olhos azuis, carão moreno
- Mas se o pae acordar!... (Marcia dizia
- N′esta, cuja memória esquece á Fama
- N′um capote embrulhado, ao pé de Armia
- Na scena em quadra tragico-invernosa
- Não chores, cara esposa, que o Destino
- Não lamentes, oh Nise, o teu estado
- Não te crimino a ti, plebe insensata
- Não tendo que fazer Apolo um dia
- No canto de um venal salão de dança
- Nojenta prole da rainha Ginga
- O Ciúme (Bocage)
- Ora deixe-me, então... faz-se creança?
- Pela escadinha de um courão subindo
- Pela rua da Rosa eu caminhava
- Pilha aqui, pilha ali, vocêa auctores
- Piolhos cria o cabello mais dourado
- Porri-potente heroe, que uma cadeira
- Quando do gran Martinho a fatal Parca
- Quando no estado natural vivia
- Quanto gratas me são as tuas letras