Dizem que o rei cruel do Averno imundo
Manuel Maria Barbosa du Bocage · (Dizem que o rei cruel do Averno immundo), p. 126
Poesia satírica de linguagem explícita, publicada como obra de época. Esta página não mostra publicidade e os versos dela não entram nas sugestões gerais do site.
Grafia atualizada a partir da edição de origem, guardando as formas que são do autor. · Fonte
Frases tiradas deste poema
Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, e com a fonte à vista.
E seja isto já; que é curta a edade, E as horas do prazer vôam ligeiras.
Dizem que o rei cruel do Averno imundo, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Foda-se a salvo, coma-se a punheta: Este o prazer da vida mais jocundo.
Dizem que o rei cruel do Averno imundo, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
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