Ditos

As palavras para cada ocasião.

Poema

Dizem que o rei cruel do Averno imundo

Manuel Maria Barbosa du Bocage · (Dizem que o rei cruel do Averno immundo), p. 126

Poesia satírica de linguagem explícita, publicada como obra de época. Esta página não mostra publicidade e os versos dela não entram nas sugestões gerais do site.

Dizem que o rei cruel do Averno imundo Tem entre as pernas caralhaz lanceta, Para meter do cu na aberta greta A quem não foder bem cá n′este mundo: Tremei, humanos, d′este mal profundo, Deixai essas lições, sabida peta, Foda-se a salvo, coma-se a punheta: Este o prazer da vida mais jocundo. Se pois guardar devemos castidade, Para que nos deu Deus porras leiteiras, Senão para foder com liberdade? Fodam-se, pois, casadas e solteiras, E seja isto já; que é curta a edade, E as horas do prazer vôam ligeiras. (D)

Grafia atualizada a partir da edição de origem, guardando as formas que são do autor. · Fonte

Partilhar

Frases tiradas deste poema

Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, e com a fonte à vista.

E seja isto já; que é curta a edade, E as horas do prazer vôam ligeiras.

Dizem que o rei cruel do Averno imundo, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada

Postal

Foda-se a salvo, coma-se a punheta: Este o prazer da vida mais jocundo.

Dizem que o rei cruel do Averno imundo, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada

Postal

Mais poemas de Manuel Maria Barbosa du Bocage

Sabes mais sobre isto?

Se conheces outra versão, se dizem de outra maneira na tua terra, ou se encontraste um erro, diz. É assim que isto melhora.

Só publicamos depois de ler. Não guardamos o teu endereço de IP, só uma impressão digital dele para travar abuso.