Elegia à morte de uma alcoviteira
Manuel Maria Barbosa du Bocage · Poesias Eróticas, Burlescas e Satíricas (1900), p. 61
Grafia atualizada a partir da edição de origem, guardando as formas que são do autor. · Fonte
Frases tiradas deste poema
Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, e com a fonte à vista.
Aqueles passatempos, que na infancia Tão do peito queria, em ódio os tenho.
Elegia à morte de uma alcoviteira, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Por uma vez se foi a minha alegria, Nem a mesma já sou, que outr′ora hei sido!
Elegia à morte de uma alcoviteira, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Não se aquieta o coração no peito, Não cabe n′ele, e viva chama no intimo Das entranhas ardente me devora, Sem que eu possa atinar a causa, a origem.
Elegia à morte de uma alcoviteira, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
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