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Poema

Mas se o pai acordar!... (Márcia dizia)

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Soneto do Coito Interrompido

Poesia satírica de linguagem explícita, publicada como obra de época. Esta página não mostra publicidade e os versos dela não entram nas sugestões gerais do site.

"Mas se o pai acordar!..." (Márcia dizia A mim, que à meia-noite a trombicava) "Hoje não..." (continua, mas deixava Levantar o saiote, e não queria!) Sempre em pé a dizer: "Então, avia..." Sesso à parede, a porra me aguentava: Uma coisa notei, que me arreitava, Era o calçado pé, que então rangia: Vim-me, e assentado num degrau da escada, Dando alimpa ao caralho, e mais à greta Nos preparamos para mais porrada: Por variar, nas mãos meti-lhe a teta; Tosse o pai, foge a filha... Oh vida errada! Lá me ficou em meio uma punheta!

Grafia atualizada a partir da edição de origem, guardando as formas que são do autor. · Fonte

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Frases tiradas deste poema

Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, e com a fonte à vista.

Tosse o pai, foge a filha... Oh vida errada!

Mas se o pae acordar!... (Marcia dizia, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada

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