Ditos

As palavras para cada ocasião.

Poema

Eram oito do dia; eis a creada

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Soneto da Porra Burra

Eram oito do dia; eis a criada Me corre ao quarto, e diz "Aí vem menina Em busca sua; faces de bonina, Olhos, que quem os viu não quer mais nada". Eis me visto, eis me lavo, e esta engraçada Fui ver incontinenti; oh céus! que mina! Que breve pé! Que perna tão divina! Que maminhas! que rosto! Oh, que é tão dada! A porra nos calções me dava urros; Eis a levo ao meu leito, e ela rubente Não podia sofrer da porra os murros; "Ai!... Ai!... (de quando em quando assim se sente) Uma porra tamanha é dada aos burros, Não é porra capaz de foder gente".
Partilhar

Frases tiradas deste poema

Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, que é o que quase nenhum site dá.

Olhos, que quem os viu não quer mais nada".

Eram oito do dia; eis a creada, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada

Postal

Mais poemas de Manuel Maria Barbosa du Bocage

Sabes mais sobre isto?

Se conheces outra versão, se dizem de outra maneira na tua terra, ou se encontraste um erro, diz. É assim que isto melhora.

Só publicamos depois de ler. Não guardamos o teu endereço de IP, só uma impressão digital dele para travar abuso.