Ditos

As palavras para cada ocasião.

Poema

D. Sebastião Rei de Portugal

Fernando Pessoa · Mensagem (1934), p. 35

Louco, sim, louco, porque quiz grandeza Qual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza;: Porisso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura o que é o homem Mais que a besta sadia, Cadaver adiado que procria?

Grafia atualizada a partir da edição de origem, guardando as formas que são do autor. · Fonte

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Frases tiradas deste poema

Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, e com a fonte à vista.

Sem a loucura o que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?

D. Sebastião Rei de Portugal, de Fernando PessoaVerificada

Postal

Louco, sim, louco, porque quis grandeza Qual a Sorte a não dá.

D. Sebastião Rei de Portugal, de Fernando PessoaVerificada

Postal

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