Castelã da Tristeza
Florbela Espanca · Livro de Mágoas (1919), p. 29
Florbela deixou duas versões deste soneto. A outra chama-se só «Castelã» e também está no site, nos poemas dela.
Grafia atualizada a partir da edição de origem, guardando as formas que são do autor. · Fonte
Frases tiradas deste poema
Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, e com a fonte à vista.
Vivo sozinha em meu castelo: a Dor!
Castelã da Tristeza, de Florbela EspancaVerificada
Chora o silêncio... nada... ninguém vem...
Castelã da Tristeza, de Florbela EspancaVerificada
Vivo sozinha em meu castelo: a Dor...
Castelã (Florbela Espanca), de Florbela EspancaVerificada
E nunca, nunca vi passar ninguém!
Castelã (Florbela Espanca), de Florbela EspancaVerificada
Que a tragédia infinita é a Saudade! Que a tragédia infinita é Nunca Mais!!
Castelã (Florbela Espanca), de Florbela EspancaVerificada
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