Ditos

As palavras para cada ocasião.

Guerra Junqueiro

1850 a 1923 · obra em domínio público desde 1994

Retrato ilustrado de Guerra Junqueiro

Guerra Junqueiro (1850-1923) foi durante décadas o poeta mais lido e mais discutido de Portugal. Transmontano de Freixo de Espada à Cinta, fez da poesia arma política: A Velhice do Padre Eterno, de 1885, é a sátira anticlerical que escandalizou o país, e o panfletário Finis Patriae ajudou a desgastar a monarquia. Depois mudou de tom e escreveu Os Simples, o seu louvor da vida rural e dos humildes, que muitos têm pelo seu melhor livro. Morreu em Lisboa e teve funerais de figura nacional. Depois da República que ajudara a apressar, serviu-a como ministro em Berna, e passou os últimos anos entre coleções de arte e mística rural. A filha comprou-lhe a casa do Porto e doou-a à cidade em 1940, com o espólio de arte: é a Casa-Museu que ainda hoje tem o nome dele. A Morte de D. João e a Velhice do Padre Eterno fizeram-no temido; Os Simples, amado. Aqui está com os poemas da terra e da ternura, que envelheceram melhor do que os da guerra.

Poemas

Frases

Cada uma diz de que obra saiu e em que capítulo.

Obras usadas

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