Ditos

As palavras para cada ocasião.

Poema

A um poeta (Antero de Quental)

Antero de Quental · A um poeta (Antero de Quental)

Tu que dormes, espírito sereno, Posto à sombra dos cedros seculares, Como um levita à sombra dos altares, Longe da luta e do fragor terreno. Acorda! É tempo! O sol, já alto e pleno Afugentou as larvas tumulares... Para surgir do seio desses mares Um mundo novo espera só um aceno... Escuta! É a grande voz das multidões! São teus irmãos, que se erguem! São canções... Mas de guerra... e são vozes de rebate! Ergue-te, pois, soldado do Futuro, E dos raios de luz do sonho puro, Sonhador, faze espada de combate!
Partilhar

Frases tiradas deste poema

Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, que é o que quase nenhum site dá.

Acorda! É tempo! O sol, já alto e pleno

A um poeta (Antero de Quental), de Antero de QuentalVerificada

Postal

Um mundo novo espera só um aceno...

A um poeta (Antero de Quental), de Antero de QuentalVerificada

Postal

Ergue-te, pois, soldado do Futuro, E dos raios de luz do sonho puro, Sonhador, faze espada de combate!

A um poeta (Antero de Quental), de Antero de QuentalVerificada

Postal

Mais poemas de Antero de Quental

Sabes mais sobre isto?

Se conheces outra versão, se dizem de outra maneira na tua terra, ou se encontraste um erro, diz. É assim que isto melhora.

Só publicamos depois de ler. Não guardamos o teu endereço de IP, só uma impressão digital dele para travar abuso.