Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho
Camilo Pessanha · Quem polluiu, quem rasgou os meus lençoes de linho
Grafia atualizada a partir da edição de origem, guardando as formas que são do autor. · Fonte
Frases tiradas deste poema
Estes versos andam a circular sozinhos. Aqui ficam com o poema inteiro por trás, e com a fonte à vista.
Ó minha pobre mãe!... Não te ergas mais da cova, Olha a noite, olha o vento. Em ruina a casa nova...
Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho, de Camilo PessanhaVerificada
Não venhas mais ao lar. Não vagabundes mais. Alma da minha mãe... Não andes mais à neve, De noite a mendigar ás portas dos casais.
Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho, de Camilo PessanhaVerificada
Mais poemas de Camilo Pessanha
Sabes mais sobre isto?
Se conheces outra versão, se dizem de outra maneira na tua terra, ou se encontraste um erro, diz. É assim que isto melhora.