Poemas de Camilo Pessanha
- Ao longe os barcos de flores
- Ao meu coração um peso de ferro
- Chorae arcadas
- Crepuscular
- Depois da lucta e depois da conquista
- Depois das bodas de oiro
- Desce em folhedos tenros a colina
- E eis quanto resta do idílio acabado
- Em um retrato
- Estatua
- Esvelta surge! Vem das aguas, nua
- Final
- Floriram por engano as rosas bravas
- Foi um dia de inuteis agonias
- Imagens que passais pela retina
- Incripção
- Na cadeia os bandidos presos!
- Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar
- O meu coração desce
- Ó meu coração torna para traz
- Passou o outono já, já torna o frio
- Phonographo
- Quando se erguerão as seteiras
- Quando voltei encontrei os meus passos
- Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho
- Rufando apressado
- Se andava no jardim
- Singra o navio. Sob a agua clara
- Tatuagens complicadas do meu peito
- Voz debil que passas