Senhora, onde me irei?
Frases sobre amor
53 frases sobre amor, tiradas de poemas de domínio público publicados neste site. Debaixo de cada uma está o poema de onde saiu.
Olhe vossa merçe laa, se me tem, se me matou, porqu'eu vos juro, que caa, morto nem vivo nam vou.
coitado, pera que ouvi, pois que vos nam posso ver.
Antre tremor e desejo, Vã espernça e vã dor, Antre amor e desamor, Meu triste coração vejo.
Antre temor e desejo vam esperança e vam dor; antre amor e desamor meu triste coraçam vejo.
Quanto gratas me são as tuas letras, Querida Alzira! Ao coração me falas!
Quanto gratas me são as tuas letras, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Amor! Amor! Teus júbilos excedem Da loira abelha os engenhosos favos, Mais gratos são, que as flores, teus sorrisos.
O Ciúme (Bocage), de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Dormia a sono solto a minha amada, Quando eu pé ante pé no quarto entrava:
Dormia a somno solto a minha amada, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Pede às moças ternura, e dão-lhe motes!
De cerúleo gabão não bem coberto, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Aos meus és inocente, e assim te julgo.
Com que satisfação, com que alegria, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Vem, ó Marília, vem lograr comigo Destes alegres campos a beleza Destas copadas árvores o abrigo:
Convite a Marília, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Direi também os beijos sussurrantes, Os intrincados nós das línguas ternas,
Cante a guerra quem fôr arrenegado, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Se, lascivos do mundo, amais sem arte, Lede meus versos, amareis com ela.
Amar dentro do peito uma donzela;
Amar dentro do peito uma donzella, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Alzira, sou feliz!... Quanto te devo!...
Alzira, sou feliz!, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Foram-lhe algozes Os seus extremos; Mortais, amemos, Mas não assim.
À morte de Leandro e Hero, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Beijos de amor! Pra quê?!... Tristes vaidades!
E se mais que eu, um dia, te quiser Alguém, bendita seja essa Mulher, Bendito seja o beijo dessa boca!!
De Joelhos (Florbela Espanca), de Florbela EspancaVerificada
Benditos sejam todos que te amarem, As que em volta de ti ajoelharem Numa grande paixão fervente e louca!
De Joelhos (Florbela Espanca), de Florbela EspancaVerificada
“Bendita seja a Mãe que te gerou.”
De Joelhos (Florbela Espanca), de Florbela EspancaVerificada
Amar la immensidad, que es de amor encendida, Y arder en la fusión de nuestros pechos mismos...
Amar, amar, amar, amar siempre y con todo El ser y con la tierra y con el cielo, Con lo claro del sol y lo obscuro del lodo. Amar por toda ciencia y amar por todo anhelo.
Beija-me as mãos, Amor, devagarinho...
Deixa-me ser a tua amiga, Amor, A tua amiga só, já que não queres Que pelo teu amor seja a melhor, A mais triste de todas as mulheres.
Desde que em mim nasceste em noite calma, Voou ao longe a asa da minh’alma E nunca, nunca mais eu me entendi...
Foi um único abraço comprimido, Foi um beijo, por meses, prolongado.
E possuis muito amor... muito amor-próprio.
Se aquela por quem já não tenho risos Me concedesse apenas dois abraços, Eu subiria aos róseos paraísos E a Lua afogaria nos meus braços.
Se ela quisesse amar, no azul do espaço, Casando as suas penas com as minhas, Eu desfaria o Sol como desfaço As bolas de sabão das criancinhas.
Se a minha amada um longo olhar me desse Dos seus olhos que ferem como espadas, Eu domaria o mar que se enfurece E escalaria as nuvens rendilhadas.
Amores te bafejem. Que as moças te beijem. Que os moços te invejem.
Amor não sei se o é, mas sei que te estremeço, Que adoecia talvez de te saber doente.
Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar, de Camilo PessanhaVerificada
Eu não sei se é amor. Será talvez começo... Eu não sei que mudança a minha alma presente...
Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar, de Camilo PessanhaVerificada
Se é amar-te não sei. Não seí se te idealiso A tua côr sadia, o teu sorriso terno, Mas sinto-me sorrir de ver esse sorriso Que me penetra bem, como este sol de inverno.
Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar, de Camilo PessanhaVerificada
Segrêdo d'essa alma e meu degrêdo E minha obcessão!
Morre-me a boca por beijar a tua.
Esvelta surge! Vem das aguas, nua, de Camilo PessanhaVerificada
Oh vem! Meus olhos querem desposar-te Reflectir-te virgem a serena imagem.
Desce em folhedos tenros a collina, de Camilo PessanhaVerificada
Quem vai embarcar, que vá degredado... As penas do amor não queira levar...
Ao meu coração um peso de ferro, de Camilo PessanhaVerificada
—Tenho entre as mãos as tuas mãos pequenas. O meu olhar no teu olhar suave.
Ha no ambiente um murmurio de queixume, De desejos de amor, d'ais comprimidos...
E o corcél negro diz: «Eu sou a Morte!» Responde o cavaleiro: «Eu sou o Amor!»
Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Mors - Amor, de Antero de QuentalVerificada
Ter-te a meu lado... és um tirano, e adoro-te!
Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Logos, de Antero de QuentalVerificada
Amor d’Irmão! oh! este amor é doce Como ambrosia e como um beijo casto! Orvalho santo, que chovido fosse, E o lírio absorve como etéreo pasto!...
Odes modernas (1875)/Livro Primeiro/Á Historia, de Antero de QuentalVerificada
Que vislumbre nos dá do amor imenso? Esse amor que ventura faz gosar?
Não me fales de glória: é outro o altar, de Antero de QuentalVerificada
Não sei que luz no teu olhar flutua;
Vai-te na aza negra da desgraça, Pensamento de amor, sombra d'uma hora, Que abracei com delírio, vai-te, embora, Como nuvem que o vento impele... e passa.
Desesperança (Antero de Quental), de Antero de QuentalVerificada
Pois que podem os astros dos espaços Contra débeis amores... se têm vida?
Amor que vive e brilhe! luz fundida Que penetre o meu ser — e não só beijos
Amar! mas d'um amor que tenha vida...
Canta o enlevo das coisas, a alegria Que as penetra de amor e as alevanta...
Juntos no antigo amor, no amor sagrado, Na comunhão ideal do eterno Bem.
Porque o meu coração é que não dorme...
Quem ama até em sonhos adivinha...