Quanto escreve tem sal, siso e donaire.
Parnaso mariano (1890)/Notas/Francisco de Sá de Miranda, de Sá de MirandaVerificada
As palavras para cada ocasião.
18 frases sobre beleza, tiradas de poemas de domínio público publicados neste site. Debaixo de cada uma está o poema de onde saiu.
Quanto escreve tem sal, siso e donaire.
Parnaso mariano (1890)/Notas/Francisco de Sá de Miranda, de Sá de MirandaVerificada
O que devemos é saltar na bruma, Correr no azul à busca da beleza.
Pois se é isto o que tanto se namora, Em ti, mijo, em ti cago, oh formosura!
Piolhos cria o cabello mais dourado, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Olhos, que quem os viu não quer mais nada".
Eram oito do dia; eis a creada, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Porém o ver cagar a formosura Mete nojo à vontade mais gulosa!
Cagando estava a dama mais formosa, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Como és bela, meu bem! (então lhe digo)
Apre! Não mettas todo... Eu mais não posso..., de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Le désir d'un peu plus de bonbeur, d'un Peu plus de beauté, d'un peu plus de justice.
O mesmo sol que abre os céus É um mito brilhante e mudo
O céu estrela o azul e tem grandeza.
A sua voz que tem um timbre de ouro
Naquele pick-nick de burguesas, Houve uma coisa simplesmente bela, E que, sem ter histórias nem grandezas, Em todo o caso dava uma aguarela.
Que cheiro de jasmím! Tão branca do luar!
E sobre nós cahe nupcial a neve, Surda, em triunfo, petalas, de leve Juncando o chão, na acrópole de gelos...
Floriram por engano as rosas bravas, de Camilo PessanhaVerificada
Alma de silfo, carne de camelia...
Desce em folhedos tenros a collina, de Camilo PessanhaVerificada
Brilha uma espada, feita de comêtas, Que rasga a escuridão, como um luzeiro.
Sonetos (Antero de Quental, 1880)/Mors liberatrix, de Antero de QuentalVerificada
Nem póde haver, na multidão ruidosa, Coisa mais linda, mais absurda e douda.
Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Intimidade, de Antero de QuentalVerificada
És bela — e se te não comparo á rosa, É que a rosa, bem vês, passou de moda...
Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Intimidade, de Antero de QuentalVerificada
Quem és tu, flor de petalas coradas, Como virgem que ardesse n'um desejo?