"Hei de seguir a lei da natureza!"
Pela rua da Rosa eu caminhava, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
As palavras para cada ocasião.
24 frases sobre natureza, tiradas de poemas de domínio público publicados neste site. Debaixo de cada uma está o poema de onde saiu.
"Hei de seguir a lei da natureza!"
Pela rua da Rosa eu caminhava, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Do recato das filhas temerosos Pensam os rudes pais, que em sopeal-as Alcançam extinguir o voraz fogo Que sopra a Natureza, e que ela atêa.
Com que satisfação, com que alegria, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Assim a sabia mão da Natureza, A passos insensiveis caminhando Maravilhas em nós produz, que assombram.
Conheço de teus males a vehemencia, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Quanto me agrada mais estar contigo Notando as perfeições da Natureza!
Convite a Marília, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Não, não fui eu: sómente a natureza Sabe fazer tão subitos prodigios:
A temerosa Olinda é quem me escreve, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Brandas torrentes, que do ceu cahiam Pelas ruas abaixo susurravam;
A empreza nocturna, de Manuel Maria Barbosa du BocageVerificada
Já nos ermos andam lobos vagabundos...
Oh, que noite negra, que invernia brava! Nem uma estrelinha pelo ceo reluz!
Refulgente e novo passarinha o sol!...
Como os galos cantam!... como as noras gemem!...
Que alegrias virgens, campezinas, fremem N'este imaculado, limpido arrebol!
Sobre espigas d'ouro bailam as ceifeiras, Na aleluia argentea do clarão do luar!...
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores; E, no desembarcar, ha aves, flores, Onde era só, de longe a abstrata linha.
No vale clareia uma fogueira. Uma dança sacode a terra inteira.
Vergam da neve os olmos dos caminhos, A cinza arrefeceu sobre o brazido.
Primavera. Manhã. Que eflúvio de violetas!
Lirios, lirios, aguas do rio, a lua...
Floriram por engano as rosas bravas No inverno: veio o vento desfolhal-as...
Floriram por engano as rosas bravas, de Camilo PessanhaVerificada
Trémulos astros... Soidões lacustres...
Ouve tu, meu cançado coração, O que te diz a voz da Natureza:
Primaveras romanticas (1872)/Poesias diversas/Primeiros conselhos do outomno, de Antero de QuentalVerificada
O vento e o mar murmuram orações, E a poesia das coisas se insinua Lenta e amorosa em nossos corações.
Adeus floresta querida!
A selva perdeu seus mimos; Os rouxinóis mudos são.
Como abraço materno era suave A aragem fresca do cair das trevas.