Poemas de Gonçalves Dias
- A Baunilha
- A Concha e a Virgem
- A escrava
- A História
- A Infância
- A Leviana
- A Mãe d'Água
- A Mangueira
- A Mendiga
- A Minha Musa
- A Minha Rosa
- À Morte Prematura
- A Noite
- A Pastora
- A Tarde
- A Tempestade
- A um Menino
- A Vila Maldita, Cidade de Deus
- Adeus
- Amanhã
- Amor! delírio - engano
- Ao Dr. João Duarte Lisboa Serra
- As artes são irmãs
- As duas coroas
- Canção do Exílio
- Canção do Tamoio
- Caxias
- Como eu te amo
- Como! és tu?
- Cumprimento de um voto
- Delírio
- Desejo
- Epicédio
- Harpejos
- I
- Ideia de Deus
- II
- III
- Inocência
- Introdução
- IV
- Leito de Folhas Verdes
- Lira Quebrada
- Marabá
- Menina e Moça
- Meu anjo, escuta
- Minha terra!
- Minha vida e meus amores
- Miserrimus
- Nênia
- No jardim!
- O Canto do Guerreiro
- O Canto do Índio
- O Canto do Piaga
- O Cometa
- O Desengano
- O Desterro de um Pobre Velho
- O Gigante de Pedra
- O Mar
- O Oiro
- O Orgulhoso
- O Pirata
- O que mais dói na vida
- O Romper d'Alva
- O Trovador
- O Vate
- Oh! Que acordar!
- Olhos Verdes
- Pedido
- Pensas tu, bela Anarda, que os poetas
- Quadras da Minha Vida
- Que me Pedes
- Recordação
- Retratação
- Se muito sofri já, não me perguntes
- Se te amo, não sei!
- Seus Olhos
- Sobre o túmulo de um menino
- Sofrimento
- Te deum
- Triste do Trovador
- Tristeza
- Urge o Tempo
- V
- VI
- VII
- Visões
- Voltas e mortes glosados
- Y-Juca-Pyrama