Ditos

As palavras para cada ocasião.

Adivinhas sobre casa

36 adivinhas com a resposta escondida. Toca para a ver.

Qual é a coisa que quanto mais seca, mais molhada fica?

Anda o dia inteiro e nunca sai do mesmo sítio, e à noite continua a andar. O que é?

Sobe cheia e desce vazia, e sem ela a sopa não chega à boca. O que é?

Tem bico e não pica, tem asa e não voa, e assobia quando a água ferve. O que é?

Nasce alta, vai ficando cada vez mais pequena enquanto trabalha, e acaba por desaparecer com a luz que deu. O que é?

Tem quatro pernas e não anda, e todos os dias se põe antes da refeição. O que é?

Tem cabeceira e tem pés, mas não tem cabeça nem sabe andar, e é nela que passas um terço da vida. O que é?

Está pendurado na parede, copia tudo o que fazes e nunca diz uma palavra. O que é?

Qual é a coisa que quanto mais água lhe deitas, mais vazia fica?

É de barro, fica à sombra e guarda a água fresca mesmo no pico do verão. O que é?

Qual é coisa, qual é ela, que quanto mais se tira, maior fica?

Qual é coisa, qual é ela, que tem boca e não fala?

Qual é coisa, qual é ela, que tem pescoço e não tem cabeça?

Qual é coisa, qual é ela, que tem asa e não voa?

Qual é coisa, qual é ela, que tem pernas e não anda?

Quatro irmãos muito unidos, um deitado e três erguidos.

Tenho quatro pernas, mas não posso andar; sirvo para as pessoas se poderem sentar.

Sou redondo como o Sol, tenho mais raios que o Sol; andando sempre à roda, nunca saio do meu lugar.

Anda sempre, sempre, sempre, e nunca sai do lugar.

Tenho cara e não tenho olhos, tenho ponteiros e não tenho mãos.

Branca por dentro, verde por fora; se queres que te diga, espera lá fora.

Uma casinha branca, sem porta nem tranca.

Numa casinha branca, sem porta nem janela, mora uma senhora amarela.

Caixinha de bom parecer, não há carpinteiro que a saiba fazer.

Verde foi o meu nascimento, preto foi o meu viver; encarnado me vesti para a morte receber.

Alto está, alto mora; todos o veem, ninguém o adora.

Nasci na água, na água me criei; se me deitam na água, na água morrerei.

Branco é, galinha o põe, com azeite se come.

Tenho folhas e não sou árvore, tenho capa e não sou gente.

Fala sem ter boca, ouve sem ter ouvidos.

Quanto mais quente, mais fresco fica.

Abre e fecha sem ter mãos, e guarda lá dentro os cristãos.

Sou uma casa muito escura, sem porta nem janela; quem mora dentro de mim traz sempre luz amarela.

Tenho rabo e não sou cão, tenho dentes e não sou leão.

Tem olhos e não vê, tem água e não bebe.

Põe-me a mesa, tira-me a mesa, sem mim ninguém come à mesa.

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