Quem vê caras não vê corações
O rosto não mostra o que vai por dentro: caras à vista, corações às escuras.
É o aviso mais antigo contra julgar pelo aspeto, nos dois sentidos: nem toda a boa cara é boa gente, nem toda a má figura é má alma. Faz par de serviço com «o hábito não faz o monge» e «as aparências iludem». Diz-se sobretudo depois das surpresas, que é quando os provérbios chegam sempre a horas.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 8 de setembro de 2026.
Quem vê caras não vê corações.