O hábito não faz o monge
A aparência não faz a pessoa: vestir de monge não dá virtude.
O hábito é a túnica religiosa, e o jogo de palavras corre a Europa em várias línguas há séculos. Serve nos dois sentidos: contra os que parecem santos e não são, e a favor dos que não parecem e são. O irmão de balcão é «quem vê caras não vê corações», e juntos aviam toda a clientela.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
O hábito não faz o monge.