Guarda pão para maio e lenha para abril
Não gastes as reservas cedo: abril ainda pede lume e maio ainda come do pão velho.
Maio era o mês mais comprido para quem vivia do celeiro: o grão do ano anterior a acabar e o novo ainda por ceifar. Abril, por seu lado, ainda morde de frio, como a velha do «abril, abril» aprendeu à sua custa. É o provérbio da gestão de despensa, e a moral serve igual a quem hoje gere ordenados: as reservas acabam sempre mais tarde do que a memória delas.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
Guarda pão para maio e lenha para abril.