Cada coisa a seu tempo
Tudo deve acontecer no momento adequado e não vale a pena tentar apressar determinadas situações.
É o travão mais educado da língua: não nega o pedido, arruma-o no calendário. Diz-se a crianças com pressa de crescer, a projetos que querem correr antes de andar e a conversas que chegaram cedo demais.
A ideia tem pergaminhos: o Eclesiastes já ensinava que todas as coisas têm o seu tempo, e o calendário agrícola inteiro, mês a mês, é uma demonstração prática. O gémeo curto cá do arquivo é «tudo a seu tempo», que diz o mesmo em três palavras.
O limite é não fazer dele adiamento profissional: há coisas cujo tempo é agora, e «não deixes para amanhã o que podes fazer hoje» existe para essas.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 6 de outubro de 2026.
Cada coisa a seu tempo.