As aparências iludem
O que se vê por fora engana: não se deve julgar pela aparência.
Sentença universal, ensinada por todas as culturas e desmentida diariamente pela pressa de quem julga. Convive na língua com «nem tudo o que luz é ouro» e «o hábito não faz o monge», três maneiras de dizer a mesma prudência. Usa-se tanto para defender os subestimados como para desconfiar dos deslumbrantes.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
As aparências iludem.