Quem tudo quer tudo perde
A ganância castiga-se: quem não se contenta com o razoável arrisca ficar sem nada.
É a moral de meia fabulística europeia, do cão de Esopo que largou o osso pelo reflexo à galinha dos ovos de ouro. Diz-se em negociações, partilhas e jogos, quase sempre como aviso prévio ou epitáfio de ambiciosos. O justo meio nunca teve slogan melhor.
O limite: não condena querer muito, condena querer tudo ao mesmo tempo e sem conta. O castigo do provérbio é para a mão que, por apanhar mais uma, larga o que já segurava.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 6 de outubro de 2026.
Quem tudo quer tudo perde.