Quem não come por ter comido, não é perdido
Recusar por já estar satisfeito não é desperdício nem desfeita: quem comeu, comeu.
É etiqueta de mesa em forma de absolvição: o convidado que recusa por fartura não ofende a casa nem se prejudica. Dizia-se a desculpar quem não repetia o prato, numa cultura em que recusar comida pedia justificação. Continua útil em todos os almoços de família onde a avó insiste, que são todos.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 8 de setembro de 2026.
Quem não come por ter comido, não é perdido.