O amor é cego
Quem ama não vê defeitos: o amor tapa os olhos.
Dois mil anos de literatura não disseram muito mais do que estas quatro palavras. Serve de explicação universal para escolhas amorosas incompreensíveis vistas de fora, e o povo, que não perdoa, foi-lhe colando continuações trocistas. O par sério cá da casa é «quem ama o feio, bonito lhe parece», que conta a mesma história por dentro.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
O amor é cego.