Nem tudo o que luz é ouro
Nem tudo o que brilha tem valor: o aspeto pode enganar.
Provérbio europeu dos mais antigos e viajados, que Shakespeare pôs no Mercador de Veneza e o povo português já dizia à sua maneira. O verbo «luzir» guarda-lhe a idade. Aplica-se a negócios bons demais, a fachadas caras e a gente deslumbrante, sempre com o mesmo aviso: primeiro raspa, depois compra.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
Nem tudo o que luz é ouro.