Seguro morreu de velho
A prudência não mata ninguém: quem se acautela dura mais.
Elogio da cautela com forma de certidão de óbito: o Seguro, personificado, morreu de velhice e não de imprudência. Diz-se ao verificar duas vezes, ao levar o guarda-chuva, ao desconfiar do atalho. O par irónico existe («e o desconfiado morreu de quê?»), mas o provérbio ganha quase sempre.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
Seguro morreu de velho.