Quem compra o que não precisa vende o que precisa
Gastar no supérfluo acaba por custar o essencial.
A mecânica é impiedosa: o dinheiro que foi no capricho faz falta na hora da necessidade, e então vende-se o que não devia sair de casa. Séculos antes dos saldos e das prestações, já a frase descrevia o ciclo completo. É dos conselhos de algibeira mais sérios do arquivo, dito muitas vezes tarde demais.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 8 de setembro de 2026.
Quem compra o que não precisa vende o que precisa.