O dinheiro não mata a fome
O dinheiro, por si só, não satisfaz as necessidades humanas: é apenas um meio para obter aquilo de que precisamos.
À letra é rigoroso: ninguém janta notas. O dinheiro é meio, não é fim, e vale o que se consegue trocar por ele; onde não há pão para comprar, o rico passa a mesma fome que os outros, como as guerras e os cercos sempre mostraram.
Diz-se a pôr a riqueza no seu lugar, na mesma prateleira do «dinheiro não traz felicidade», e a lembrar o essencial a quem confunde a carteira com a despensa.
O limite é não o deixar virar desculpa: o dinheiro não mata a fome, mas compra o jantar quase sempre, e quem o tem raramente a conhece. O provérbio avisa contra a adoração do meio, não contra o meio.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 6 de outubro de 2026.
O dinheiro não mata a fome.