Junho quente, julho ardente
Ao junho quente costuma seguir-se um julho de brasa.
Mais escadinha de verão do que previsão: junho aquece, julho arde, e a rima empurra um mês para o outro. Serve de aviso prático a quem trabalha ao sol e de consolo a ninguém. No calendário das ceifas, é o pano de fundo do «em julho, foice ao punho».
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
Junho quente, julho ardente.