Janeiro seco, vilão rico
Janeiro sem chuva era promessa de fartura para o homem da terra.
O vilão era o habitante da vila e do campo, o lavrador, sem a carga de maldade que a palavra ganhou depois. O calendário popular reparte os papéis pelos meses: janeiro quer-se seco e fevereiro molhado («fevereiro, cada gota vale dinheiro»). Como toda a meteorologia de provérbio, vale por atacado e falha a retalho.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
Janeiro seco, vilão rico.