Cada um tem a sua sorte
A sorte reparte-se desigual: cada qual carrega a que lhe coube.
É o fatalismo na versão de bolso, dito a encerrar comparações que não levavam a lado nenhum. Serve de consolo, de resignação e de fronteira: a sorte alheia não se discute, vive-se com a própria. O primo ativo responde-lhe que cada um faz a sua sorte, e a conversa entre os dois é a história de qualquer vida.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 8 de setembro de 2026.
Cada um tem a sua sorte.