Amigos, amigos, negócios à parte
A amizade e os negócios devem ser tratados separadamente, para que interesses financeiros ou profissionais não prejudiquem as relações pessoais.
É a cláusula que salva sociedades e amizades: o preço é o preço, seja o cliente um estranho ou o padrinho; o empréstimo escreve-se num papel, mesmo entre irmãos. Diz-se antes do negócio, a pôr as regras, e cita-se depois, quando alguém confundiu o balcão com a mesa do café. Não é frieza, é higiene: quem separa as contas guarda os amigos, quem as mistura arrisca ficar sem os dois.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 21 de setembro de 2026.
Amigos, amigos, negócios à parte.