À terceira é de vez
Depois de duas tentativas falhadas, a terceira há de ser a boa.
É a fórmula ritual de quem se prepara para insistir, dita a ganhar coragem antes da repetição. O número três é o talismã da tradição, e curiosamente joga dos dois lados: o «não há duas sem três» tanto promete a terceira boa como ameaça com o terceiro azar. O otimismo deste é, portanto, uma escolha, e talvez seja por isso que sabe bem dizê-lo.
Revisão editorial de Rogério Junior · atualizada a 7 de setembro de 2026.
À terceira é de vez.